sábado, 3 de julho de 2010

Áudio Surround 5.1 ( Home Theater )

Em visita à convenção de áudio AES no Anhembi em São Paulo, realizada nos dias 26 a 28 de Maio, podemos ver novas tecnologias em sistemas de áudio em HD. O evento contou com palestras ministradas pelos mais famosos membros da sociedade de áudio mundial. Nestas palestras, tivemos demonstrações de vários lugares do mundo em matéria de áudio. Uma delas, que me chamou atenção, não só minha, mas sim de todo pessoal presente na palestra foi do Sr KIMIO HAMASAKI da TV Estatal NHK Japão. Ele apresentou a evolução do áudio em Alta Definição   Surround chamado de 22.2, já em estudo e com algumas aplicações práticas no Japão.
Agora, vou falar um pouco da nossa realidade, pois se tratando de áudio 22.2 estamos só caminhando ainda para o sistema de 5.1 surround. Em testes na TV Globo, equipes estão trabalhando e transmitindo programas com áudio 5.1, como por exemplo, futebol que já é transmitido em HD e áudio 5.1 surround.
Realmente é impressionante o envolvimento do áudio com telespectador, pois traz uma sensação de que realmente estivessem no estádio ou show. No evento, foram montadas duas salas de audição tanto para 5.1 e 22.2. Nestas salas, no exemplo 5.1 foi instalado um televisor de alta qualidade (LCD), com sistema de monitoração de áudio adequados para receber o sinal e também abrir em 5.1.
Como não temos ainda em nosso mercado, receptores que já venham preparados para abrir completamente o sinal surround, alguns receptores foram instalados em pontos específicos em São Paulo, para testar o tráfego do sinal em 5.1. Todo este sistema ainda está em fase de testes e estudos em São Paulo e Rio de Janeiro.
Em Belo Horizonte, atualmente, a TV Globo Minas estuda a transmissão do futebol estéreo 2.0, tanto no sistema analógico quanto no sistema digital. Uma grande vantagem de se transmitir esse áudio 5.1 surround é de levar os telespectadores para dentro do ambiente do evento sem sair do conforto de seu lar.
Uma previsão de comercialização dos equipamentos adequados para receber e abrir 5.1 surround aqui no Brasil não está definida. Pois o fabricante e proprietário do sistema 5.1 surround é a famosa Dolby (marca registrada) e os fabricantes dos receptores e TVs com sistema full HD ainda não fecharam um acordo deste sistema no Brasil. Quer dizer que não temos ainda receptores para abrir 5.1 surround.
O áudio 22.2
Para finalizar este artigo, quero dizer um pouco sobre o que vi e ouvi do áudio 22.2, pois não se trata somente de 5.1 e sim aquilo que pode levar a quase impressão que estamos realmente dentro da imagem projetada em alta definição. É incrível o envolvimento do áudio ao nosso redor, como por exemplo, mostrado no evento AES. Foi projetado um vídeo em HD, com áudio exibido no sistema 22.2. Este vídeo era de um campo cheio de flores. O som do vento vinha de todas as direções. Realmente em um instante tive uma sensação de estar no meio deste campo. Foi o que me chamou mais atenção.
Para se fazer este sistema de 22.2, precisamos de várias caixas acústicas, em trono de 24 caixas instaladas, tanto no teto quanto no chão e um sistema de áudio próprio para trafegar 22.2. Só temos em testes no Japão. No sistema 5.1 temos 6 caixas acústicas e uma tecnologia de áudio compatível com o 22.2, que pode ser bem agradável tanto para os ouvidos quanto para o bolso.
Para termos realmente a impressão fiel do áudio que ouvimos durante todo nosso dia-dia temos que ter em nossa volta em torno de um milhão de alto-falantes agrupados em torno do corpo como se estivesse dentro de uma bola feita de alto-falantes.
Algumas questões de áudio foram faladas nas palestras, como questões de variações de volume entre um programa e comerciais e TVs que possuem alguns efeitos que fingem simular surround, mas será um assunto para próximo artigo.
Paulo Henrique - Engenharia da TV Globo

Sinal Digital DTV

O termo “TV digital” é usado para representar um sistema de TV aberta – terrestre -, transmitido pelo ar, gratuitamente. Esse sistema, chamado tecnicamente de COFDM, é muito mais eficiente que o sistema convencional de transmissões analógicas. Possibilita uma ótima recepção, inclusive em alta definição, sem fantasmas e ruídos e sem a necessidade – na maioria das localidades – de grandes antenas externas, em telhados de casas ou no alto dos prédios. Por isso, a TV digital aberta vai substituir a TV analógica, em alguns anos.
Mas, obviamente, para captação desse sinal digital, via “ar” é necessário o uso de uma boa antena receptora. Então, são necessários três equipamentos: antena de recepção, conversor e TV.
O Conversor pode estar embutido na TV, mas a antena não. Porque os circuitos e as partes metálicas da TV interferem no desempenho da antena. Até mesmo  quando a antena está muito próxima do televisor ou presa a ele. Portanto a antena tem que ser adquirida separadamente.
Então, um desenho básico do sistema é:
desenho-tv_conversor_antena
Antena – conversor – TV Ou: Antena e TV (com conversor embutido)
Antena conectada direto na TV: nesse caso, a antena deve ser ligada na entrada onde está, geralmente, escrito: (Ant IN Air). Essa conexão tem que existir, em toda TV com conversor embutido.
antena_TV_tvcabo
Além disso, a mesma  TV tem uma outra entrada com o mesmo tipo de conector (F) , onde deve estar escrito CABLE IN (TV a cabo). Portanto, é perfeitamente possível receber na mesma TV, o sinal digital (TV aberta) e o sinal de TV a cabo (assinatura), bastando para isso selecionar a entrada de sinal pelo controle remoto da TV.
Então, não é possível usufruir dos benefícios da  TV digital aberta e gratuita, sem utilizar  uma antena receptora.
Na maioria das lojas, que vendem televisores LCD, mesmo com conversores embutidos, percebe-se que o cliente sempre faz a mesma pergunta: “comprando essa TV, já com conversor incluso, eu terei os canais digitais” ?
Geralmente, os vendedores se apressam em dizer: sim basta isso. Não é verdade. A maioria das pessoas se esquece da antena, que é absolutamente necessária; e precisa também ser de boa qualidade, bem dimensionada.
Em muitas cidades, onde já existem transmissões digitais, é possível ter uma boa recepção utilizando-se de pequenas antenas internas.
Entretanto, em locais mais distantes dos transmissores ou em locais onde o sinal chega com baixa potência – devido a obstáculos como árvores ou presença de muitos prédios próximos  ou mesmo em cômodos da residência, debaixo de lajes, longe de janelas, abaixo do nível da rua – fica mais difícil, às vezes, receber o sinal sem que haja interrupções momentâneas. Essas interrupções provocam efeitos na tela como: ”congelamentos”, as chamadas “digitalizações”, os ruídos, em forma de blocos, ou em casos mais críticos a informação de sinal fraco ou falta de sinal.
Nesses casos é preciso colocar a antena mais próxima de uma janela, voltada para os transmissores das emissoras (Em BH, a Serra do Curral), ou mesmo ter uma antena na área externa, mas sem, necessariamente, estar no alto de um prédio ou casa. É importante buscar informação especializada ou pedir indicações antes de comprar uma antena.
As primeiras antenas, lançadas no mercado, para TV digital, mesmo de fabricantes famosos, em sua maioria, apresentaram constatadamente problemas de qualidade e dimensionamento. Tais problemas dificultam a recepção, mesmo em locais onde o sinal das emissoras está num padrão bem aceitável, com boa intensidade e qualidade. A nossa emissora vem fazendo testes para verificar a cobertura do sinal e pode, inclusive, instalar repetidoras em locais considerados de “sombra”- nível abaixo do padrão desejado -.
O consumidor deve se orientar, considerando em principio três fatores antes de escolher o tipo de antena:
1) Questionar os vendedores  de  televisores,  com conversores embutido, ou vendedores de conversores externos, sobre a  disponibilidade de antenas,   pedindo inclusive indicação  de uma  marca de antena  e  local de compra.
2) Em segundo, buscar informações, indicações, sobre antenas utilizadas por vizinhos e que deram bom resultado.
3) Testar, primeiramente, uma boa antena interna combinando com o vendedor uma possível troca – se a mesma não funcionar na localidade desejada, pois a única formar precisa de atestar isso é experimentando.
Após dois anos do lançamento da TV digital, a qualidade das antenas produzidas e disponíveis atualmente já melhorou bastante.
William Nunes
Engenharia TV Globo


Como escolher: Plasma ou LCD ?

TV de Plasma

Definição
As telas de plasma possuem um gás que, ao passar por um processo de ionização, assume o estado de plasma. O plasma gera raios ultravioletas, que atingem a superfície externa da tela, formando a imagem.

A televisão de plasma é digital e trabalha com o formato usado no cinema e em filmes de DVD. É o chamado widescreen, de medida 16:9 ou 16:10 (um retângulo).
Resolução da imagem
As imagens são de boa qualidade, mas, a rigor, não podem ser consideradas de alta definição. Há várias TVs de plasma de 42 polegadas com resolução de 852 x 480 pixels (480 linhas horizontais), e para ter uma boa qualidade, teriam que ter resolução de 720 linhas horizontais.
São poucos os displays de plasma com alta definição à venda, mas custam mais caro.

Pontos Positivos
Cores mais vibrantes;
Ângulo de visão mais amplo;
Contraste aprimorado;
Tamanhos de telas a partir de 42 polegadas;
Ideal para DVDs e sinal digital em widescreen 16:9

Pontos Negativos
Alto consumo de energia;
Ao ficar próximo da tela, ocorre o efeito “flicker” que cansa a vista mais rápido;
Latência de imagem: uma imagem exibida por muito tempo acaba queimando a tela. Para amenizar o problema, os fabricantes desenvolveram novas soluções como o “pixel orbitor”;
Deixa a tela “espelhada” se houver incidência de luz direta (por exemplo, janela aberta).

TV LCD
Definição
TVs de LCD têm uma lâmpada de luz branca (backlight), cuja luminosidade é filtrada pelos cristais líquidos da tela.

Resolução da imagem
Nas TVs de LCD com 32 polegadas, as telas já são de alta definição.
Estão prontas para a TV de alta definição (HDTV).
A resolução no LCD varia de 1024×768 a 1920×1080 pixels.

Pontos Positivos
São mais leves;
Consomem pouca energia;
Há quem diga que a tecnologia é mais promissora;
Imagens mais nítidas;

Pontos Negativos
Rastros na imagem em cenas muito rápidas (tempo de resposta).

LCD ou plasma?
Outro cuidado que deve ser tomado é quanto à relação entre o tamanho da tela e o ambiente onde a TV vai ser instalada. Se o espaço é relativamente pequeno, de cerca de 10 a 15 metros quadrados, o mais indicado é um televisor de tela plana de cristal líquido (LCD, liquid crystal display) de 32 polegadas. Se for maior, os aparelhos de 42 polegadas, tanto de cristal líquido quanto de plasma, representam a melhor opção. E qual a melhor tecnologia: cristal líquido ou plasma? Considerando as transmissões em alta definição, o futuro parece favorecer o LCD, pois os fabricantes tem evoluído na relação de contraste da tela. Para imagens convencionais, que não sejam em alta definição, o cristal líquido pode ser pior até que o tubo convencional. Para se ter comparativo de investimento; uma TV LCD e uma de Plasma de um mesmo fabricante com as mesmas funções básicas:

TV 42” LCD HDTV Ready, (1.024 x 768 pixels) – 2 Entradas HDMI – R$R$ 3.998,50
TV 42″ Plasma – (1.024 x 768 pixels) – 2 Entradas HDMI, R$ – R$ 1.849,77

Caso você vá comprar uma, procure sempre pesquisar no site do fabricante da sua preferência pelo último modelo, com isto você terá mais tecnologia e os antigos problemas resolvidos.
Por Anderson Nilsen

HDMI ( High-Definition Multimedia Interface )

O HDMI é uma tecnologia, de conexão, capaz de lidar com áudio e vídeo ao mesmo tempo. A transmissão de dados no HDMI é feita por meio de sinais digitais. O que torna a tecnologia apta a transmitir vídeo e áudio de altíssima qualidade, em um único cabo.
Este cabo é utilizado para interface de mídia digital em alta resolução. Hoje, essa conexão é usada em computadores, videogames, como o Playstation 3, reconhecido por seus gráficos de excelente definição, em 3D, e também nos sistemas de home theater para vídeo em Full HD.
Atualmente é a melhor opção para o envio do sinal de áudio e vídeo de seu receptor de TV digital até a HDTV. O plug HDMI tem tamanho reduzido e encaixe fácil, parecido aos conectores USB. Vale a pena investir em aparelhos compatíveis com esta tecnologia. Pois, só assim, você poderá obter o melhor da transmissão digital em Full HD.
Os preços dos cabos HDMI variam muito, em uma pesquisa no Globoshopping, você pode encontrar o produto por R$ 37,40, o mais barato, com dois metros, até R$ 1.299, o mais caro, com 15 metros.
Por Marcelo Santos
Engenharia TV Globo

hdmihdm2

Que tipo de TV comprar?

Em 1879, o americano Tomas Edson inventou a lâmpada. Depois, fazendo experiências com a conversão de corrente elétrica em luz, ele criou algo incrivelmente parecido: o cinescópio. Este nada mais é do que o tão conhecido tubo de imagem (CRT). Esse invento fez então surgir o monitor de TV.
Muitos me perguntam quem veio primeiro: a câmera ou o monitor? A câmera surgiu após a descoberta da célula fotoelétrica (conversão de luz em corrente elétrica), em 1921, por Einstein.  Não há dúvida: o monitor de TV veio primeiro.
Desde então, com a evolução dos processos de fabricação e novos inventos, as câmeras evoluíram para a tecnologia CCD; e as câmeras de tubos deixaram de ser fabricadas. No caso dos monitores/televisores a evolução fez surgir, até o momento, mais quatro tipos de tecnologias para telas de vídeo – LCD, plasma, LED TV e OLED.
Curiosamente, os cinco tipos convivem ainda no mercado. Atualmente é possível comprar qualquer um deles – de grandes e conceituados fabricantes. Por isso, obviamente, o consumidor está sempre se perguntando: qual a melhor opção do momento?
 
A seguir apresentamos um quadro comparativo entre as tecnologias disponíveis. O que comprar? “Você decide”.
TV LCD (divulgação)
 
Tecnologia, evolução, construção
LCD – (Liquid Crystal Display) – é uma tecnologia onde a tela funciona como um anteparo que controla a passagem da luz, para formar a imagem. No TV de LCD, existe uma iluminação traseira (back light) atrás da tela de cristal liquido, feita por uma lâmpada tipo fluorescente.
TV LCD
Conforme o controle eletrônico (corrente elétrica) os pontos brilham ou não, ou seja, a imagem é formada pela permissividade ou não de passagem da luz emitida por trás. Sem corrente elétrica, o cristal liquido é transparente. Na presença da corrente, ele se torna opaco. 
Vantagens- Baixo consumo de energia
- Melhor eficiência comparando-se com os antigos televisores de tubos (CRT)
- Menor desgaste da tela (Display)
- Custo de manutenção menor do que os de plasma e CRT
- Melhor geometria, Tela fina e leve 
Desvantagens
- Baixa resolução principalmente em vídeo composto analógico (TV a cabo)
- Ângulo de visão reduzido
- Iluminação mínima constante das partes pretas, reduzindo o contraste
- Falta de uniformidade da luz traseira provocando deformação da imagem
Plasma (divulgação)
PLASMA 
Tecnologia, evolução, construção
Tela formada por células com gás em seu interior, montadas entre duas partes de vidro, que emitem ondas eletromagnéticas quando excitadas pela corrente elétrica. O gás então ionizado pela presença da corrente elétrica se transforma em plasma, emitindo luz.
O brilho da tela é reforçado pela presença de uma camada de fósforos que brilham, excitados pelo plasma.
 
Vantagens
- Emissão de luz pelas células da tela, proporcionando melhor brilho, contraste e resolução
- Cenas escuras, com corte de luz
- Melhor ângulo de visão
- Melhor uniformidade da luz em todas as partes da tela
Desvantagens
- Maior índice de desgaste e defeito, devido às fontes para excitar as células
- Maior emissão eletromagnética – luz ultra-violeta
- Aparelho com maior profundidade e mais pesado
- Dificuldade de montagem de telas menores do que 40”
Led TV (divulgação)
TV LCD de LED (Led TV)
Tecnologia, evolução, construção
É o mesmo TV de LCD, com uma modificação importante: a iluminação traseira, que no LCD convencional é feita por lâmpadas; no TV com LED, é feita por um painel de diodos emissores de luz, montado atrás do display de cristal Liquido. A tela é a mesma do TV LCD. 
Vantagens
- Permanece com Baixo consumo de energia
- Maior uniformidade da luz traseira
- Melhor resolução em vídeo componente e HDMI
- Profundidade ainda mais reduzida – os Leds ocupam menor espaço do que as lâmpadas (back light)
Desvantagem
- Também apresenta baixa resolução em vídeo composto analógico
- Como é uma tecnologia nova, o custo ainda está muito alto
Oled TV (divulgação)
OLED (Organic Light-emitting diodo)
Tecnologia, evolução, construção
Tela feita por polímeros, com material tipo orgânico, com emissão de luz própria. Pode-se fazer uma analogia com o vaga-lume, cujo estudo deu vida a essa tecnologia. Sistema ainda adotado somente pela Sony.
 
Vantagens- Emissão e corte de luz pelas próprias células da tela. Não necessita de backlight adicional
- Melhor brilho e contraste
- Melhor ângulo de visão
- Tela fina e flexível        
- Maior resolução
- Baixíssimo consumo 
Desvantagens
- Custo ainda muito alto.
- As telas ainda são reduzidas, não chegando a 40”.
- A durabilidade da tela ainda é baixa e depende da evolução dos processos de fabricação
TV-de-tubo (divulgação)
TV de tubo (CRT- Cathode Ray Tube)
O tubo de imagem é uma montagem em um bulbo de vidro a vácuo, de três eletrodos (catodos) que aquecidos pela corrente elétrica  emitem elétrons que são acelerados em direção a uma tela de fósforos. É necessário circuitos de alta tensão para fazer os elétrons chegarem até a tela, depois de passarem por uma máscara de convergência que corta a maior parte do feixe. A convergência significa assegurar que o feixe do canal verde atinja somente os fósforos verdes, e a mesma coisa para os feixes vermelho e azul.
Vantagens
- Emissão de luz na própria tela de fósforos
- Alto brilho e contraste
- Boa resolução
- Excelente ângulo de visão
- Baixo custo atual dos televisores maiores 
Desvantagem- Geometria – ocupam muito espaço
- Emissão eletromagnética
- Erros de convergência nos cantos da tela
- Desgaste dos catodos provocando variações nas cores e baixa vida útil do cinescópio.
- Maior consumo de energia
Por Willian Nunes
Engenharia
TV Globo